segunda-feira, 4 de outubro de 2010

"De concreto, só cimento".
Tiririca, ao ser questionado, ontem, sobre o que teria de concreto para fazer no Congresso.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

“Ia deixando que o Zé Calixto espalhasse o fiz-e-aconteci particular lá dele”.
Mário Palmério, em "Chapadão do Bugre".
"...Pra impaludismo não há
Como o tal de fedegoso
Já candeia dá um fogo
Muito mais do que gostoso
Faz você sonhar bonito
Como um ser bem amoroso
Ainda tem cassutinga
Para qualquer caganeira
A jato ou de esguicho
capeba também é ligeira
alumã já não se fala
Pois resolve na carreira..."
Franklin Machado
"Considero que el escritor debe empezar a escribir cuando, primeramente, tiene algo que decir y, en segundo lugar, cuando sabe cómo decirlo."
Alejo Carpentier
Os tapumes e as peças tridimensionais de Henrique Oliveira são extraordinários!
Os trabalhos dele são, sem sombra de dúvida, o que há, hoje, de mais representativo, vigoroso e inovador no panorama das artes plásticas brasileiras.
Do refugo, do que sobra, do que é imprestável Henrique cria um universo novo, flácido, excessivo e absolutamente imprevisível.
E belíssimo!
Rodrigo Rodrigues de Azevedo , autor da capa de “Os Espiões”, foi o grande injustiçado na 52ª versão do Prêmio Jabuti, cujos resultados oficiais foram anunciados hoje. A capa vencedora foi “O resto é ruído – escutando o século XX”, do estúdio Retina 78, ficando Rodrigo com a 3ª posição.
Se as apostas das casas britânicas, como a Ladbrokes, estiverem certas, o Nobel da Literatura premiará este ano a poesia. Entre os quatro favoritos, na lista de apostas, todos são poetas: o sueco Tomas Tranströmer, o polaco Adami Zagajewski, o sul-coreano Ko Un e o sírio Adónis (pseudónimo de Ali Ahmad Said Esber).
Ainda no páreo, o dramaturgo paraguaio Nestor Amarilla.
Além dos cinco favoritos, a Ladbrokes registra outros escritores: Thomas Pynchon e Philip Roth, ambos citados há bastante tempo na corrida ao Nobel, mas com remotas chances de vencerem o prêmio.
A conferir.